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quarta-feira, 18 de maio de 2011

18/05 - Os jeans do futuro: verão 2011 virá leve e confortável

Jegging

A jegging continua como aposta das tecelagens para o verão 2011

Leveza e conforto são as palavras-chaves para o jeanswear no verão 2011. Pelo menos, se depender das grandes tecelagens. Canatiba, Vicunha e Tavex foram unânimes ao usar os adjetivos “leve” e “confortável” para descrever o que vem por aí.
      Seguindo as mesmas direções apontadas pelo bureau de tendências WGSN, que usa “simplicidade modesta”, “workwear”, “vintage” para explicar os rumos da próxima estação, o que deve aparecer é um jeans claro e com toque muito suave em peças como “vestidos, macacões e shorts”, segundo Marli Guth, gerente de marketing da Canatiba.
        Outra aposta citada pelas três empresas é a JEGGING– todas produziram opções de jeans com elastano para a confecção da calça. “Vivemos dois opostos, de um lado, o rústico, com um jeans mais limpo, menos carregado, leve e com volume, e, do outro,  temos a silhueta muito justa e do jeans strech”, explica Sueli Pereira, gerente de moda e desgin da Tavex.
        Marmorizados, manchados respingados, que já apareceram no inverno 2010, continuam. Novidade: “O color denim está voltando com tudo. Principalmente em cores fortes como verde, rosa, roxo, amarelo”, diz Renata Guarniero, gerente de marketing da Vicunha. E mais, “as cargos em versão skinny também”, finaliza.

Fonte: http://textileindustry.ning.com

quinta-feira, 28 de abril de 2011

28/04 - Depois dos BRICs, agora é a vez dos CIVETS


Da mesma forma que os países do BRIC (Brasil, Russia, India e China), os mercados que compõem o CIVETS – Colômbia, Indonésia, Vietnam, Egito, Turquia e África do Sul – são destinos relevantes às empresas de moda globais na sua rota expansionista.


Saiba porquê pela voz de quem conhece.


Depois de ter revelado as vantagens dos BRIC na estratégia de internacionalização das cadeias de varejo de moda, Ira Kalish, diretor de economia global da Deloitte Research, analisou os mercados que compõem o Civets.



Colômbia
"Este é o único país na América do Sul que não teve muita atenção na última década", afirmou Kalish. "A Colômbia não recebeu a atenção que Brasil, Argentina e Chile receberam porque decorria uma guerra contra a droga e era um lugar perigoso", explicou.
"Agora mudou, a guerra contra a droga foi amplamente vencida e é seguro instalar-se nas principais cidades do país. As Cadeias estrangeiras estão agora olhando para a Colômbia como uma nova fronteira. É um lugar relativamente jovem, onde o crescimento econômico está acelerando e existe muitos frutos para colher. Há uma grande população e o crescimento da classe média deverá ser significativo", concluiu o diretor de economia global da Deloitte Research sobre a Colômbia.


Indonésia
"A Indonésia é frequentemente chamada de o quinto BRIC, e está evoluindo razoavelmente bem, com mais de 200 milhões de habitantes e uma população relativamente jovem", disse Kalish. "Também aqui existem muitos frutos para colher, mas não é ainda um setor de varejo muito moderno. Esteve à beira disso no final dos anos 90, antes de ser atingida por uma grande crise financeira na altura em que as grandes Cadeias do varejo, incluindo Wal-Mart e JCPenney, saíram do mercado. Mas o Carrefour permaneceu. O país parece agora ser mais estável do que era. É uma democracia e a economia está evoluindo bem. Está em parte dependente do petróleo, mas também possui produção, por isso as perspectivas econômicas para a Indonésia são muito boas".


Vietnã
"Este mercado é frequentemente comparado com a China de há 20 ou 25 anos atrás e está crescendo muito rapidamente", explicou Kalish. "É ex-comunista, mas tem se orientado para o mercado. No entanto, há algumas questões sobre como rápida as autoridades estão dispostas a fazer essa mudança de orientação", prosseguiu.
"Já no ano passado, houve controle de preços, atitude anti-mercado, mas ainda assim o crescimento da economia está atraindo um grande número de investimentos estrangeiros, tanto na fabricação como no varejo", revelou o diretor de economia global da Deloitte Research. "O país tem um setor de varejo muito fragmentado. Na cidade de Saigão, por exemplo, existem 2.000 mercados e 6.000 cadeias independentes e ainda assim a maior cadeia no Vietnã possui apenas 70 lojas. Portanto, existe claramente uma grande fragmentação, mas a possibilidade das cadeias estrangeiras entrarem e desenvolverem algo é muito interessante".



Egito
"Já se falava sobre o Egito muito antes da revolução, pois desde há alguns anos o país tem tido um desempenho econômico muito bom", referiu Kalish. "O Egito não teve recessão quando esta ocorreu no resto do mundo. Mas um dos problemas foi que todo este crescimento econômico estava acumulado no estrato superior da sociedade, como costuma acontecer, criando ressentimentos. Agora, após a revolução, existe alguma incerteza sobre para onde irá o Egito a partir daqui. Poderá ser uma democracia estável, com um forte crescimento econômico ou poderá deslocar-se na mesma direção do Irã, após a sua revolução".
O diretor de economia global da Deloitte Research considera que "esta incerteza vai provavelmente afastar os investimentos estrangeiros, mas o Egito tem potencial para ser um mercado de varejo muito atraente e a possibilidade de um crescimento econômico razoavelmente forte".



Turquia
Segundo Ira Kalish, trata-se de uma economia que "tem registrado um desempenho muito bom. Obviamente que possui laços estreitos com a Europa, embora provavelmente não venha a ser um membro da União Europeia num curto espaço de tempo. Tem acesso relativamente livre a esse mercado, o que lhe dá vantagem". Kalish afirmou ainda que "Istambul também se tornou um centro de negócios para a Ásia Central e o Médio Oriente e a política econômica tem sido muito boa. A Turquia tem suprimido a inflação, possui uma boa política fiscal e está aberta aos investidores estrangeiros. O país possui um setor muito moderno e regional (sem depender da importação) no varejo – por isso é claramente um mercado muito atraente no futuro".



Turquia: o mundo está de olho nos países em desenvolvimento


África do Sul
"A África do Sul tem atraído muita atenção ultimamente porque a Wal-Mart está entrando no mercado", revelou Kalish. "Isso porque a África em geral está começando a atrair investidores, pela primeira vez em 50 anos. Grande parte da África Subsaariana registrou um crescimento econômico quase nulo na última metade do século passado", acrescentou.
"É notável considerar o fato de que há 50 anos o rendimento per capita no Quênia era mais ou menos como o da Coreia do Sul. Hoje em dia, a Coreia do Sul é um país muito rico e o Quênia é um país muito pobre, por isso a África simplesmente não cresceu. No entanto, isso está mudando e, nos últimos cinco anos, temos visto um crescimento econêmico significativo em toda a África Subsariana. Eu acredito que vamos ver mais investimento estrangeiro no mercado Sul-Africano de varejo", concluiu o diretor de economia global da Deloitte Research na sua análise sobre o Civets durante a Retail London Conference, que teve lugar no início deste mês na capital britânica.


Fonte: http://textileindustry.ning.com e www.portugaltextil.com

quinta-feira, 14 de abril de 2011

14/04 – A vantagem competitiva

 

Ainda encontramos adeptos do velho ditado “quem tem a informação tem o poder”, mas cada vez menos.
Fico feliz quando em alguns projetos damos saltos tecnológicos, mas também atento para que os gestores tenham consciência que aquela vantagem competitiva não será duradoura.
Todos os avanços tecnológicos serão repassados ao mercado, rapidamente, pois constituem os diferenciais competitivos dos fornecedores.
Empresas, cujas culturas estão voltadas ao aprendizado e evolução, sabem que o mercado é sábio e encontra usos inimagináveis para seus materiais e máquinas.
Gosto da complexidade da palavra serendipty, pois nos alerta para o óbvio: atenção aos fatos!
Ainda que a palavra defina as descobertas ao acaso, na realidade estas ocorrem por observação, pois a análise de algo inesperado é que leva ao seu aproveitamento.
Um pequeno exemplo de grande efeito, com alguma história e um pouco de lenda:
Em 1894, o médico John Harvey Kellogg era superintendente do Battle Creek, hospital para tratamento de doenças crônicas em Michigan.
Ele e seu irmão, Will Keith Kellogg, adventistas do sétimo dia, estavam procurando alimentos saudáveis para dar aos pacientes, que também respeitassem a dieta vegetariana.
Will ao preparar a massa de trigo para fazer granola deixou uma quantidade descansando. Quando foi utilizá-la viu que estava ressecada. Poderia tê-la jogado fora, mas não o fez.
Aqui está o primeiro diferencial.
O que você teria feito?
John e Will resolveram afiná-la nos cilindros para fazer folhas para massa de pão. O resultado foram flocos. Novamente não a jogaram fora.
Segundo diferencial.
O que você teria feito?
Assaram os flocos e estes foram muito bem aceitos pelos pacientes. Tiveram a coragem de fazer a experimentação. Terceiro diferencial.
O que você teria feito?
Patentearam o produto com o nome de Granose. Acreditaram no futuro da descoberta. Quarto diferencial.
O que você teria feito?
Experimentaram, então, fazer os flocos com vários grãos, inclusive milho, e em 1906, Will criou a empresa Kellogg’s para vender os corn flakes. Apostaram na idéia! Quinto diferencial.
O que você teria feito?
John recusava-se a continuar na sociedade porque Will ao adicionar açúcar à massa reduzira os benefícios do cereal à saúde. Apesar do descontentamento continuou. Sexto diferencial.
E você, o que teria feito?
Bom, não é necessário falar sobre o sucesso da idéia, não é verdade?
Ora, mas hoje não estão sozinhos no mercado, outra verdade não?
Este é apenas um exemplo, entre tantos outros. Algumas idéias foram superadas, outras caíram em desuso, apesar de terem gerado fortunas.
É a velha história da manteiga ou margarina. Você encontrará defensores e acusadores para os dois produtos. A questão não se resume a quem tem razão, mas a quem tem os melhores argumentos.
Assim é feito o julgamento no mercado e se desenvolve a motivação para compra.
Quando produtos similares e substitutos concorrem para conseguir a atenção dos consumidores, a vantagem está com quem erra menos.
Neste momento, quem errar menos na exposição dos argumentos conseguirá nos vender uma esteira.
Ocorre que todos são muito parecidos, por isso temos protelado a compra!

Fonte: Ivan Postigo / www.ogerente.com.br

domingo, 3 de abril de 2011

03/04 - Adolescente britânico cria jeans que é 'tocado' como uma bateria

Um adolescente britânico venceu um prêmio de engenharia depois de criar uma calça jeans que pode ser “tocada” como uma bateria.

O jeans de Aseem Mishra, de 17 anos, tem sensores. Basta bater os pés nos chão ou bater nas coxas e joelhos para tocar o instrumento musical.

Aseem Mishra ganhou prêmio por calça jeans com bateria

Aseem Mishra ganhou prêmio por calça jeans com bateria

Segundo ele, a calça tem oito sensores diferentes, cada um responsável por reproduzir um som. Com um cabo, a calça é ligada a uma mochila, onde há circuitos que fazem o som ser amplificado.

Pela invenção, Mishra ganhou um troféu e um prêmio de mil libras (cerca de R$ 2,6 mil) em uma feira de jovens inventores em Londres.

Esta não foi a primeira vez que o adolescente ganhou um prêmio por uma invenção. Em 2010, Mishra foi premiado ao apresentar uma bateria em que cada parte acende quando é tocada.

Fonte: www.bbc.co.uk/portuguese

Boa semana a todos!!!

terça-feira, 22 de março de 2011

22/03 - Algodão deve bater recorde na safra 2010/2011

Colheita começa em maio com perspectiva de preços altos e bons lucros para os produtores.

por Globo Rural Online

 Shutterstock

A colheita do algodão começa a partir de maio no Nordeste brasileiro com perspectiva de bons lucros para os produtores. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), os preços são os melhores já registrados nos últimos 140 anos, com a arroba custando em torno de R$ 120, contra os R$ 35 da safra passada. Em todo o país, o aumento da área plantada com a cultura foi de 56% desde 2009, o que alimenta as estimativas de uma safra recorde em 2010/2011, da ordem de 1,95 milhão toneladas. No oeste da Bahia, por exemplo, a área ocupada pela cultura é 48% maior que em 2009/10, com 362,7 mil hectares. A produção também deve disparar, com 58% de incremento estimado, num total de 587,6 mil toneladas de algodão em pluma neste ciclo.
Um dos destaques desta safra são as cultivares de algodão colorido desenvolvidas pela Embrapa. Segundo o órgão, a principal vantagem dessas variedades com relação às de algodão branco é o fato de serem mais valorizadas no mercado, além de reduzirem os custos da indústria e serem ecologicamente corretas, uma vez que dispensam as fases de preparo para tingimento, o que requer a utilização de produtos químicos. Além de reduzir o consumo de água e energia, o algodão colorido diminui a quantidade de efluentes a serem tratados.
As roupas produzidas com esse tipo de fibra são muito procuradas, principalmente por pessoas alérgicas a corantes e para uso por recém-nascidos. Quatro variedades coloridas desenvolvidas pela Embrapa Algodão (Campina Grande – PB) e comercializadas pelo Escritório da Embrapa Transferência de Tecnologia, se destacam para a produção na região Nordeste: BRS Topázio, BRS Verde, RS Rubi e BRS Safira.

Variedades

Lançada no ano passado, a BRS Topázio apresenta uma fibra de coloração uniforme, macia e resistente. Sua tonalidade marrom claro atende a demanda das pequenas indústrias que trabalham com algodão colorido, já que maioria das cultivares existentes são de tonalidade marrom escura. Com alto rendimento de fibra, 43.5% em média, em ensaios conduzidos no Nordeste, as características da Topázio superam as cultivares coloridas existentes até o momento, como a BRS Safira, e equiparam-se à cultivar BRS Araripe, de fibra branca, além de possuir rendimento de algodão em caroço superior às duas cultivares.
A BRS Rubi e a BRS Safira são bastante produtivas em condições de sequeiro, alcançando um rendimento médio de 1,8 tonelada por hectare e 1,9 tonelada por hectare de algodão em caroço e, em regime irrigado, com rendimento médio superior a 3,5 toneladas por hectare de algodão em caroço. Apresentam uma tonalidade marrom escura ou marrom avermelhada e são as primeiras cultivares no país com essa característica de cor da pluma. Já a BRS Verde tem potencial de rendimento de até 2,5 quilos por hectare, em sequeiro, no Nordeste do Brasil, podendo ser cultivada também em regime irrigado.

Fonte:revistagloborural.globo.com

quinta-feira, 17 de março de 2011

17/03 - Peixes grandes a espreita no mercado de compra coletiva!

O mercado da compra coletiva cresceu muito rapidamente e passou a despertar a atenção dos gigantes da Internet. O que está em jogo não é apenas o lucro que pode ser obtido pelos sites de compra coletiva, mas também o acesso estratégico a um grande universo de consumidores e de comerciantes. A oferta de 6 bilhões de dólares pelo Groupon realizada pelo Google  foi um claríssimo indicador desse interesse e o fato daquela proposta específica não ter sido aceita deixa o mercado na expectativa por novos lances de impacto que com certeza ocorrerão. Vamos ver algumas das empresas que podem causar um maremoto caso decidam entrar pra valer no mercado de compra coletiva.

Twitter. O Twitter é uma popular rede social criada em 2006 por Jack Dorsey. Com sede em San Franciso Ca, valor da empresa é estimado em algo ao redor de 10 bilhões de dólares. Estima-se que o microblog abrigue cerca de 170 milhões de contas. Além dessa enorme massa critica de valor inestimável, a própria ferramenta do twitter já representa um trunfo numa eventual entrada no setor de compra coletiva, afinal os posts são uma forma extremamente ágil de se acessar o público e também de repercutir uma oferta. Recentemente o Twitter inaugurou uma conta chamada Earlybirdy Offers, em bom português pássaro madrugador, um nome utilizado na publicidade americana para consumidores que adquirem seus produtos com desconto por comprarem antecipadamente. Essa conta que neste exato momento totaliza cerca de 226 mil seguidores tem divulgado as mais diversas ofertas com descontos ao redor de 25% e talvez seja uma plataforma de testes para uma futura entrada no mercado da compra coletiva. Não se pode afirmar baseado somente nessas ações que o Twitter vá atuar no mercado da compra coletiva disputando espaço com os grandes líderes, porém é fato que existe a intenção de monetizar o site de forma mais enfática e o novo mercado de compra coletiva pode ser o caminho mais curto.

Google. O Google já engoliu inúmeras companhias de pequeno e grande porte ao longo de sua trajetória de pouco mais de uma década.  Para todos que nos assustamos com a cifra de 6 bilhões de dólares colocada na mesa para a tentativa de aquisição do Groupon, é bom lembrar o Google fechou o ano de 2010 com nada menos do que  34 bilhões de dólares em caixa, ou seja, a digestão do maior player do mercado de compra coletiva consumiria pouco mais do que 17% do caixa atual da empresa. Sem dúvida alguma é uma das empresas mais conhecidas e poderosas do planeta, além de valer na bolsa a bagatela de 164 bilhões de dólares. Com todo esse cacife financeiro e mais o poder advindo de cerca de 350 milhões de visitantes únicos por mês em seu site, não é toa que a empresa torna-se uma sombra assustadora em qualquer direção que apontar o seu dedo verde e a oferta não deixou dúvidas com relação a direção desejada.  O interesse na compra coletiva faz sentido na medida em que o Google já possui praticamente tudo que é necessário para fazer sucesso também nessa lucrativa arena: dinheiro, tecnologia, credibilidade e, principalmente, acesso direto aos consumidores por meio da busca e acesso aos comerciantes por meio da plataforma Adwords. É claro que comprar o maior player e líder mundial do setor facilitaria as coisas, mas não existe um só caminho para Roma, ou para o topo. O Google pode montar uma plataforma de compra coletiva que incorpore os melhores padrões existentes e ainda apresente melhorias, usar todo o arsenal citado acima para acelerar o processo de crescimento, além de comprar algumas empresas de porte um pouco menor e incorporá-las em seu modelo. A questão de dias o Google lançou a plataforma Google offers, por enquanto em fase embrionária, mas alguns analistas estão sinalizando que o sistema não vai se limitar ao modelo tradicional dos sites de compra coletiva que temos visto. Entre outros recursos, deverá utilizar o Google Maps para auxiliar o consumidor na busca pela oferta mais interessante melhorando assim a eficiência das campanhas. Com certeza teremos boas novidades no setor.

Facebook. O Facebook é a maior rede social do planeta com cerca de 300 milhões de usuários cadastrados. Além do gigantismo da empresa o temor de sua entrada no mercado é baseado nos seguintes fatos. 1. a empresa costuma adaptar utilitários que fazem sucesso na Internet para utilização nas páginas do facebook, as vezes comprando a empresa criadora, as vezes simplesmente adaptando a idéia; 2. o facebook é provavelmente a principal rede social  em termos de divulgação de ofertas de compra coletiva, portanto todo esse potencial de divulgação seria aproveitado caso tivesse uma solução interna de compra coletiva; 3. uma quantidade cada vez maior de comerciantes tem páginas no facebook e são os clientes potenciais do sistema, da mesma maneira que os milhões de usuários que freqüentam as páginas podem ser os consumidores das ofertas. Em suma, como se dizia antigamente, o facebook tem a faca e o queijo na mão para entrar com determinação no novo mercado da compra coletiva. O que parece improvável é que ela assista ao fantástico crescimento do setor e não tire nenhum proveito disso.
Vimos três possíveis grandes players com um possível interesse no mercado de compra coletiva. Não são os únicos, mas pelas suas características são aqueles que podem causar mudanças importantes no mercado, ocupar espaços dos líderes atuais e definir novos padrões de funcionamento para todos os players.  Quem viver verá.

Fonte: Dailton Felipini / www.e-commerce.org.br

E-Commerce no Brasil…

quinta-feira, 10 de março de 2011

10/03 –Tecidos sensíveis ao toque na Nano Tech 2011 Japão

A organização japonesa Integrated Microsystems Research Center, da Advanced Industrial Science and Technology (AIST) demonstrou um sensor sensível ao toque de grande área integrado a um considerável pedaço de tecido. Durante a exposição Nano Tech 2011, a AIST mostrou um grande tecido com um teclado QWERTY sensível ao toque embutido, permitindo digitação.

Tecido sensível ao toque

Um revestimento especial foi usado para criar uma camada contínua de polímeros condutores orgânicos em fibras de nylon. Uma máquina, em seguida, tece as fibras em uma grande folha de cerca de 1,2 metros. A folha mede a capacidade estática entre a folha e os dedos do usuário, assim como acontece nas telas de muitos smartphones. A AIST desenvolveu uma tecnologia que lhes permite revestir fibras de nylon de 1 mícron de diâmetro com uma camada orgânica condutiva de mesma espessura. Em cima destes está uma camada não condutora.
A esperança é fazer com que itens de vestimenta possam conduzir informações sobre quem veste. A primeira aplicação pode ser na área da saúde, inicialmente para lençóis. Quando um paciente cai da cama ou sente alguma dor forte, o lençol poderá comunicar o fato aos enfermeiros. Em reabilitações, a tecnologia poderá ajudar as pessoas a aprenderem a andar novamente.
Ainda não há informações sobre quando a novidade será aplicada em produtos comerciais.

Demonstração do sensor de tecidos…

Fonte: www.hardware.com.br